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terça-feira, 28 de agosto de 2012

FERNANDO NORBERTO SANTOS - "O PINTAS"


(Por Luis Marques)

                                                         Ele assim como veio partiu, não se sabe para onde,
                                                                        E deixou nosso olhar cada dia mais longe
                                                                              Chico Buarque (adaptado)

 
A vida muitas vezes dá-nos punhadas no peito que no causam imensa dor…
Há escassos oito meses atrás, os nossos corações encheram-se de alegria. O Norberto Salvador dos Santos, para todos nós “O Pintas”, encontrou-nos ao fim de 37 anos de ausência.
O seu filho Rui Pedro, em incansável busca pela internet, deu com o blogue do Batalhão de Caçadores 4611/72 e o “Pintas” não cabia em si de contente por ao fim destes anos todos ter encontrado os seus antigos camaradas de armas. Na altura falei com ele e o Norberto deixou transparecer abertamente a alegria que lhe ia no coração. Disse-me que naquela altura o seu maior desejo era reencontrar todos os seus amigos e desde logo disse presente ao próximo convívio da C.C.S. em novembro próximo “nem que fosse no fim do mundo” (ver www.forum4611.blogspot.pt/search?updated-max=2011-12-08T17:13:00Z&max-results=100&start=7&by-date=false )
Mas, infelizmente, a vida pregou-nos a todos uma partida. O Norberto faleceu no passado dia 24 deste mês, vítima de doença implacável.
Das etapas da sua vida, não conseguiu completar a última: confraternizar com os seus amigos, os seus antigos camaradas que com ele viveram dois anos em terras de Angola, entre bons e maus momentos. Dos bons momentos que todos recordamos, alguns foram originados pelo “Pintas”. Por esses bons momentos, muito obrigado, Norberto.
 
 
No passado dia 9 de Agosto visitei-o no hospital onde se encontrava internado em Lisboa e falei com ele. O seu estado de saúde, muito débil, não me deu a certeza de me ter reconhecido. Contei-lhe algumas coisas sobre o pessoal da C.C.S. e apenas me respondia com acenos de cabeça. No final pedi-lhe para me apertar a mão com força, o que ele fez, mostrando ainda possuir alguma energia e fez-me acreditar que me tinha reconhecido, e me reconfortou, dentro do possível.
Do “Pintas” resta-nos uma enorme saudade. Uma desmedida saudade daquele que, sendo mais velho que nós, parecia um “puto” de 10 anos, a saltitar de lugar em lugar, como um pardal de telhado… Não te ouviremos mais cantar o fado, como tu tão bem sabias cantar.
Talvez um dia, num sítio que apenas imaginamos existir, te possamos ouvir de novo…
“Pintas”, estejas onde estiveres recebe um grande abraço de todos nós.
O "Pintas" em foto recente

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CONVÍVIO ANUAL DE 3ª COMPANHIA - 2ª CAPITULO

Por José Veiga (fotos)  e Luís Marques (texto)


Slide Show com as imagens do convívio

Os antigos militares presentes no convívio (a Helena Duarte e a Cristina Nobre, em representação do seu marido e tio, ambos já falecidos)

Foi no passado dia 26 de Novembro que os ex-militares da 3ª Companhia rumaram a Martingança, perto de Leiria, para participarem em mais um convívio anual, celebrando os 37 anos de regresso da sua comissão em Angola. A organização deste convívio foi, como vem sendo habitual, do Manuel Brazão.


Dois "artistas convidados" o Constantino e o Margalho




 "Olha este aqui tão só!..." É o Margalho...
Aspecto da sala onde decorreu o convívio, antes do "golpe de mão"


Estes bravos, tiveram a companhia de alguns ex-camaradas da 2ª Companhia e da C.C.S., os quais pretenderam fazer valer uma ideia defendida por muitos que aponta no sentido de olhar para estas celebrações como uma festa que deve englobar e reunir todos os ex-militares da Batalhão de Caçadores 4611/72, independentemente da Companhia em que prestaram serviço em Angola. Mas, sobretudo, quiseram conviver com os seus amigos da 3ª Companhia, seus amigos do passado, e que são mais amigos agora.
E nesse aspecto a 3ª Companhia, sem desprimor para as restantes, tem gente que é verdadeiramente especial. E sabe receber bem.
Já estive este ano no encontro anual da 2ª Companhia, em Vila do Conde, festa muito bem organizada pelo José Veiga, na qual estive acompanhado pelo José Manuel Francês e pelo Jaime Ferreira, todos nós da C.C.S., e fomos igualmente muito bem recebidos.







Este convívio anual da 3ª Companhia, teve ainda a participação muito especial da Cristina Paiva Nobre, sobrinha do malogrado soldado condutor José Almeida Paiva, a primeira vítima mortal da 3ª Companhia, falecido no dia 19 de Janeiro de 1973, em trágico acidente ocorrido em serviço.
A Cristina procurou saber junto dos antigos camaradas de seu tio as causas e as circunstâncias que envolveram a morte de seu tio, que nunca conheceu, pois nasceu alguns anos após a sua morte. E ao mesmo tempo obter informação de como era a sua vida por terras angolanas e conhecer os seus antigos companheiros da 3ª Companhia e, se possível, ver fotos do seu tio José Paiva.


A Cristina Paiva Nobre e o António Facas

A Cristina, pela sua simpatia e sorriso bonito, rapidamente se tornou num dos pólos de interesse do convívio e muitos foram os antigos companheiros do Zé Paiva que a elucidaram sobre a personalidade de seu tio e de tudo que envolveu o trágico acidente que o vitimou. A começar pelo António Facas, chefe da secção auto da 3ª Companhia, amigo de seu tio, e que transmitiu à Cristina Nobre toda a verdade sobre o acidente. Tal como o Avelino Oliveira, soldado que também participava na mesma coluna militar e que “viveu” o trágico acidente de bem perto e a tudo assistiu, incluindo à elevada coragem demonstrada pelo Zé Paiva que fez com que um outro militar, o também soldado condutor César Dias, se salvasse, embora tivesse sofrido graves ferimentos. Por tudo que ouviu sobre o seu tio e por ter ficado com a certeza que depois de tantos anos decorridos o seu tio não foi esquecido pelos seus camaradas de armas, a Cristina saiu de lá com o com um enorme contentamento por ser sobrinha do José Almeida Paiva. E com muito para contar à sua família, uma vez que à família nenhuma palavra foi dita por quem tinha esse dever, a não ser um lacónico telegrama e a entrega de um espólio, com os poucos bens materiais que o Zé levara para Angola.
Com a devida vénia, transcrevo parte de uma mensagem que a Cristina me enviou no dia seguinte ao convívio; "Posso dizer que mais do nunca estou orgulhosa do meu tio, e mais do que nunca está no meu coração. No final do dia, no momento dos discursos, ponderei em agarrar no microfone e dedicar-vos umas palavras. No entanto, não me foi possível, estava demasiada emocionada".
O gesto da Cristina Nobre, ao querer estar com os companheiro do seu tio e participar no seu convívio anual, deveria ser seguido por mais gente que teve familiares envolvidos na guerra colonial, para ouvir de viva vós como foi essa guerra. Para que a pátria nos não esqueça!

A nossa gente:

 António Moita e Margalho

 Zé Manel Francês e Armando Malheiro


 O "Voluntário"

 Roriz, Zé Veiga Francês e Malheiro

 Luís Marques e Roriz (a quem o Constantino disse: Olha o Einstein! Vocês acham-no parecido?)

 Zé Veiga

 Margalho....

 ... e mais Margalho (olha para a tua figura, rapaz!)

Zé Veiga e Helena Duarte

sábado, 3 de dezembro de 2011

REENCONTROS - MAIS UM CAPÍTULO

(Por Luís Marques)
"A recordação não tem apenas que ser precisa e exacta;
tem que ser também feliz"

Soren Kierkegaard







Ele era um bocado “mais velho” que a maioria de nós. Era da incorporação de 1969.
Ele, certo dia, antes de o conhecermos, “esqueceu-se” que tinha de se apresentar no Quartel onde estava colocado e andou uns tempos “desenfiado”, até que o tal “longo braço da lei” lhe deitou a mão e o colocou na C.C.S. do Batalhão de Caçadores 4611/72, com destino a Angola, às "terras do fim do mundo", para evitar que outras tentações o fizessem “escapar” aos seus deveres de militar.
Ele era soldado pintor auto e fazia parte de equipa da “ferrugem" da C.C.S.
O seu nome era (é!) Norberto Salvador dos Santos e era mais conhecido pelo "Pintas”. A alcunha tinha dois significados; um derivado da sua especialidade de pintor auto; o outro, quanto a mim mais adequado, por ser na verdade “um pintas”, pelo seu jeito gingão, pela sua vivacidade de pardal de telhado, como se fosse um puto de 10 anos, pelas suas constantes brincadeiras, pelo seu ar de “gozador” natural, mas de quem todos gostávamos. Um verdadeeiro "moinante"...
? Vocês estão a ver aquele género de lisboeta, gingão, malandro, com a pronúncia típica dos bairros populares de Lisboa de antigamente (anos 60 e 70), mas sempre com um “dichote” engraçado, uma brincadeira sempre pronta a sair? Pois esse “tunante” era personificado pelo Norberto, pelo “Pintas”...
E cantava o fado como os melhores fadistas…Muitas noites foram passadas na C.C.S. com o “Pintas” a cantar o fado, o Luís Moura Afonso e o Fernando Pinho a tocarem viola (não havia guitarra, paciência, mas a “coisa” resultava bem).
O “Pintas” fez amigos em toda a Companhia. Todos éramos amigos do "Pintas".
No final da comissão o comandante da C.C.S., o saudoso capitão Manuel Ferreira Júnior, atribuiu-lhe um louvor, que ajudou a “limpar” a mácula com que o seu “desenfianço” anterior manchara a sua caderneta militar. Tal aconteceu em Outubro de 1974 e o “Pintas” bem mereceu esse louvor.
Do “Pintas” ninguém mais soube, …Em todos os convívios anuais se perguntava: vocês sabem do “Pintas”? Nunca mais vi esse gajo!
Pois o “Pintas” apareceu finalmente. Ao fim de 37 anos chegou até nós através do Fórum 4611. No dia 1 deste mês de Dezembro entrou em contacto connosco através no nosso blogue (que assim mostra, mais uma vez, aquilo que tem sido essencialmente desde que foi iniciado em Abril de 2008: um farol que guia e trás até junto desta grande família que é o 4611/72 todos aqueles que desde a desmobilização em Dezembro de 1974 andaram “perdidos” sem saber dos seus antigos camaradas de armas, bem como outras pessoas que têm qualquer vínculo connosco, ou com qualquer de nós). Entrou em contacto connosco e enviando a seguinte mensagem:
Venho anunciar a todos que ainda estou VIVINHO DA SILVA! O meu nome é Norberto Salvador dos Santos, a alcunha é o "Pintas", que desertou e depois foi de avião com todos vocês...Aguardo com muita saudade por notícias vossas. Estive convosco em M’pupa, Caxito (Fazenda Tentativa) e Cabinda de 1972-74. Contacto: 212431863 ou 265413366.
P.S : O nosso Capitão da Companhia era o Sr. Ferreira Júnior (alcunha "deitem lá sentido”)”

Pois é, o “Pintas” deu finalmente com a malta, Agora não o vamos largar…Queremos ver se ele ainda canta o fado como naquele tempo e se mantém o seu jeito gingão, se continua a ser um "moinante", se continua aquele “pardal de telhado”, vivaço como um puto de 10 anos.


O "Pintas" em 1973

 O Norberto Salvador dos Santos," Pintas", actualmente, com o neto ao colo.


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

XII CONVÍVIO ANUAL DA C.C.S. DO BATALHÃO DE CAÇADORES 4611/1972

(Por Luís Marques)


 (clica nas fotos para as aumentar)

No próximo dia 12 de Novembro de 2011, num sábado, realiza-se o XII encontro - convívio dos ex-militares da C.C.S. do Batalhão de Caçadores 4611/72.


(Convocatória)

O encontro decorrerá localidade de Raposos, perto da Vila de Alfeizerão (terra famosa pelo seu pão-de-ló), bem próximo da Nazaré e local de fácil acesso, por ficar bem próximo da autoestrada do Oeste (A8)
Este ano o encontro da C.C.S. conta com a organização do Carlos Rocha (telemóvel 966 301 638, ou carlos.j.rocha@hotmail.com) e do José Manuel Francês (telemóvel 916 609 553, ou jmf.mfm@gmail.com), o que constitui uma garantia de um convívio bem organizado como eles já nos habituaram.
(Ementa)

O almoço e o convívio que se segue terão lugar no "Solar da Tapada", situado num lugar de encanto na referida localidade de Raposos. Confirma a localização do local do convívio clicando aqui. (coordenadas GPS: 39", 31', 15,54 N - 9", 04',03,38 W)




(Imagens do exterior do "Solar da Tapada")

Resta acrescentar que o convívio decorrerá em ambiente de “bar permanentemente aberto”, pelo que, quem quiser usufruir desta "regalia", será conveniente fazer-se acompanhar por quem “não liga a essas coisas” a fim de garantir um bom regresso a casa.
Também, para quem quiser fazer um regresso mais calmo e descansado, existe na zona muita oferta para uma pernoita descansada.





Exortam-se todos os nossos antigos camaradas da C.C.S. e suas famílias a participarem neste encontro, bem como todos os restante antigos militares do Batalhão e todos aqueles que de qualquer maneira estão relacionados connosco ou com o Batalhão.


É claro que o Convívio da C.C.S. é extensível a todos os ex-militares do nosso Batalhão e faço aqui um apelo a todos esses amigos para que marquem a sua presença. Verão que será um dia bem passado e uma oportunidade de reverem antigos camaradas que partilharam dois anos de vida comum por terras de Angola.


Não faltes! Vem conviver com os teus amigos e camaradas e traz a tua família e amigos.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

SEGUNDO ENCONTRO ANUAL DOS ANTIGOS MILITARES DO BATALHÃO DE CAÇADORES 4611/1972 (EPÍLOGO)

(Por Luís Marques)

O António Moita ontem ligou-me a transmitir a notícia que no íntimo eu já aguardava: O Manuel Brazão desconvocara o 2º Encontro Anual dos Militares do Batalhão. Passados alguns minutos recebo a mensagem do Manuel Brazão a confirmar a decisão tomada: Por falta de aderentes ao convívio, não lhe restava outra alternativa senão cancelar o convívio.
Sei quanto lhe custou tomar esta decisão. Dias antes, em conversa telefónica, ele tinha-me dito que “mesmo que só apareçam 40 ou 50 pessoas, eu levo a organização do convívio para a frente!”. Disse-me ainda que caso se concluísse que eram poucos os interessados em participar neste género de encontros, nessa altura (dia 24 de Setembro) se tomariam decisões relativamente à organização de futuros encontros globais. Infelizmente, a conclusão chegou antes...
Poderia aqui especular sobre as razões da diminuta adesão à ideia, na qual muita gente se empenhou e acreditou. Vocês poderão fazer o mesmo exercício. Provavelmente, todas as vossas conclusões acabam por estar certas num ou outro aspeto, ou até em todos.
Eu ainda tenho bem presente o final do convívio do ano passado, final esse que me marcou profundamente, pela negativa...
Pode-se ainda atirar as culpas, como está, infelizmente, na berra nos dias de hoje, para a malfadada crise, que limita os gastos de todos nós...
Pode-se dizer que não existiu entre nós esta cultura de encontros anuais do Batalhão...
Pode-se dizer que a maioria prefere os encontros das suas Companhias e que dois encontros anuais são demais...
Pode-se dizer, etc., etc...
Uma coisa é certa: não sei se a amargura que sinto ao ver abortar este encontro anual, no qual tanto me empenhei (tal como outros, como o Manuel Brazão, Carlos Rocha, José Francês, José Veiga, Malheiro, Alves e o Fernando Moreira – desculpem se me esqueço de alguns), dizia, não sei se a amargura que neste momento sinto, é maior ou menor, que aqueloutra que sentiria ao ver em Abrantes no dia 24 uma sala vazia...

A todos vós que acreditaste neste projeto, infelizmente não concretizado, o meu sincero bem-hajam!



sexta-feira, 19 de agosto de 2011

SEGUNDO ENCONTRO ANUAL DOS ANTIGOS MILITARES DO BATALHÃO DE CAÇADORES 4611/1972

(Por Luís Marques)

Link para o anúncio do encontro no portal UTW, de autoria do Fernando Moreira: http://ultramar.terraweb.biz/2011_09_24_BCac4611_72.htm
Guião do Batalhão de Caçadores 4611/1972
Hotel Abrantur, no Pego, Abrantes, local do convívio

No próximo dia 24 de Setembro, realiza-se o 2º encontro anual dos antigos militares do Batalhão de Caçadores 4611/1972. Este 2º encontro anual realizar-se-á, tal como o anterior, No Hotel Abrantur, em Pego, Abrantes, e terá como organizador o Manuel Brazão da 3ª Companhia. A "concentração da tropas" será junto ao Hotel, pelas 11 horas.

Imagens do covívio de 2010

No primeiro encontro "global" do Batalhão que leve lugar no ano passado, no dia 27 de Novembro e no qual estiveram presentes militares das quatro companhias, foi decidida a organização de um 2º encontro das várias Companhias do nosso Batalhão, sem prejuízo de cada uma delas organizar o seu próprio convívio. É essa tarefa que o Manuel Brazão, com a ajuda de outros companheiros das restantes companhias, procurará levar a cabo.
Apelo a uma grande participação neste segundo encontro anual por parte de todos vós, para que a chama que se acendeu com a criação do Fórum 4611 e que ajudou a reunir tantos antigos camaradas que estavam espalhados pelos quatro cantos do mundo e fez com que eles se reunissem de novo junto dos seus amigos e levou a que as memórias dos tempos passados em Angola nos anos de 1972 a 1974 voltassem a estar bem presentes, não se extinga.
Nós, a geração que combateu no ultramar português, somos cada vez menos.
Nos convívios anuais das companhias que combateram nas três antigas províncias do ultramar, cada vez aparecem menos militares...tenho conhecimento de convívios em que antigos militares e respectivos acompanhantes (mulheres, companheiras, filhos e restante família), em pouco excedem as 45 / 50 pessoas. É a inexorável lei da vida. Os anos passam, já não somos os jovens de 20 anos que abalámos para o desconhecido da Guerra Colonial, aparecem as doenças, as crises financeiras e o desemprego, alguns a morte levou, etc.
Por essa razão (e por outras, também) é importante a nossa presença neste segundo convívio do Batalhão, como, pelas mesmas razões, nos vários convívios organizados pelas diversas Companhias. Daí que renove o meu apelo a uma presença massiva da maior parte da “nossa gente”, independentemente da Companhia a que pertenceui.

Eu estarei lá!


Localização do local do convívio
 
Ementa (clica para aumentar)


quinta-feira, 28 de abril de 2011

À PROCURA DOS CAMARADAS "DESAPARECIDOS"

(Por Luís Marques)

O Abílio Hermenegildo pede a colaboração de todos vós (e em particular da “malta” da Primeira Companhia) para ver se consegue, em primeiro lugar identificar o seu (nosso) amigo que está com ele na foto e, depois, ver se alguém consegue dar qualquer informação sobre o mesmo.
o pedido do Abílio é o seguinte:
"Será que fica descabido meter esta foto no fórum para ver se alguém da CCS - 1ª Companhia - 2ª Companhia se lembra deste amigo que fez a recruta em Sá da Bandeira com a malta que incorporou o Batalhão 4611/72 e se por acaso alguém se recordar dele que confirmem o nome e em que companhia esteve. Esta foto foi tirada em Novembro de 1973 quando estávamos em Serpa Pinto e andávamos a fazer protecção á engenharia para abertura de estradas e foi nesta base em Munhona que o encontrei pois foi por mero acaso porque o meu grupo de combate foi fazer a rendição deles, depois desta altura nunca mais o vi nem soube dele.
Um grande abraço
Abílio Hermenegildo"



Clica na foto para a aumentar

No Grupo de Mesclagem nº 17/72 - RI 22, que foi incorporado na 1ª Companhia havia um soldado chamado Fernando da Costa Miranda. Será este? É o único Miranda nos três Grupos de Mesclagem.  Se é, algúém tem o seu contacto para que o Abílio possa entrar em contacto com ele?

domingo, 12 de dezembro de 2010

"Operação (Re-) União" - parte dois

(Por Luís Marques – fotos de Fernando Moreira)


O primeiro encontro dos ex-militares do Batalhão de Caçadores 4611/1972, realizado no passado dia 27 de Novembro de 2010, no Pego, Abrantes, foi um acontecimento marcante para aqueles que nele estiveram presentes.
Tudo o que havia para dizer sobre o referido encontro foi já escrito no "post" do Fernando Moreira publicado no dia 3 de Dezembro, bem como nos comentários do José Veiga, José Manuel Francês e Fernando Delca Facas nele inseridos.
Em complemento ao mesmo, publicam-se aqui algumas fotos que o Fernando Moreira nos enviou, as quais ilustram alguns momentos de alegria e boa disposição dos participantes.

 O início da concentração das "tropas"

 O Corga (decano dos militares presentes), Raposo, Monteiro e Novo
 Agostinho, Elias, Luis Marques, Brito Francês e Rocha
 Brazão
 Elementos do "Pelotão de Apoio Directo"
O  começo das apresentações, com o José Veiga "feito" paparazzi
 O Constantino e o Ramalho
 Martins Correia, Francês e Luis Marques
 Beijinha, Corga, Moita, Figueira e Martinho
Joaquim Leal, Facas e Girão
Deodato, Eduardo Veiga e Matão
Figueira, Martinho e Deodato

 

Cabral e Madeira
Vítor Fernandes (em segundo plano o Jaime Ferreira e o Francês)
António Elias
Paulino Gomes e Filipe Silva

 

Pinto (careca) Gonçalves e ??
José Monteiro (Matosas) e Silva (Drácula) - o homem da corneta)

De costas, Meireles e José Monteiro. De lado Avelino Oliveira e Constantino. de frente, Abílio Nogueira, José Pinto e Nogueira (??)

Este duo não precisa de apresentações (Constantino Leite e Agostinho Margaho, os mais divertidos do convívio)

Agora um trio de gente bem disposta. Os mesmos dois mais o Moita

BATALHÃO DE CAÇADORES 4611/72

BATALHÃO DE CAÇADORES 4611/72
conduta brava e em tudo distinta