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quarta-feira, 11 de junho de 2014

CONVÍVIO ANUAL DA 1ª COMPANHIA

(Por Luís Marques)
 
 
Meus caros amigos,
No próximo dia 29 do corrente mês de Junho realizar-se-á mais um convívio dos antigos militares da 1ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4611/72.

O Convívio deste ano será organizado pelo Francisco Beda e terá como cenário a Vila de Almeirim, bem no coração do Ribatejo. O almoço terá lugar no restaurante “Moinho de Vento”.

 
 
 
O Restaurante "Moinho de Vento" em Almeirim, local do convívio
 

O almoço de convívio será precedido de uma visita à “Casa Museu José Relvas”, situado em Alpiarça, e de uma missa em honra dos camaradas já falecidos, que será celebrada na Igreja matriz de Almeirim.


Imagens da "Casa dos Patudos" - Museu José Relvas, em Alpiarça






A Igreja matriz de Almeirim
 
Desde já se convocam todos os ex-camaradas da 1ª Companhia para estarem presentes neste convívio, que a exemplo dos restantes, será um belo momento de confraternização e de recordação dos tempos vividos há quarente e tal anos por terras de Angola, das “Terras do Fim do Mundo” a Cabinda, passando pelas Mabubas. Também estão desde já convidados todos os ex-camaradas das restantes três Companhias do Batalhão de Caçadores 4611/72 que desejem estar presentes na confraternização.

Os interessados devem entrar em contacto com Francisco Beda para os telefones 21 959 27 51 e 93 413 88 05. Poderão também usar o telefone 21 757 83 94, a partir das 20 horas.
Como poderão ver a seguir o programa do convívio é aliciante e diversificado.


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

ABRANTES 30 DE NOVEMBRO DE 2013 - CONVÍVIO DA 3ª COMPANHIA

(Por Fernando Moreira)


30 de Novembro de 2013
 
Formatura dos operacionais presentes no Convívio


 
Formatura dos operacionais mais o Pelotão de Apoio Directo
 
Mais uma vez a 3ª. C.Caç. do B.Caç.4611/72 encerrou um ano de convívios; 41 anos de uma partida e 39 anos de uma chegada. Tudo de um mesmo Novembro que ano após ano encerra tristezas e alegrias que fazem parte da vida de um punhado de militares que chamados ao dever serviram o Estado Português  na Província de Angola em três Sectores Militares; M'Pupa no Cuando Cubango, Caxito no Norte e N'Tó em Cabinda.

A CONCENTRAÇÃO DAS TROPAS
(para aumentar clica nas fotos) 

A pôr a conversa em dia

António Facas, Elias, Constantino e Filipe Silva 
 








Elementos do Pelotão de Apoio Directo


 
 
 
 
Facas e Luís Marques

Constantino, Girão, Facas e Luís Marques

 
 
 
 
 
 

Os mesmos, sem o Tino

Matão, Girão, Tino, Facas e Luís Marques

 
 
 
 
 
Os mesmos (sem o Matão)
Girão, Tino e Facas

 
 
 
 
 
 

Os mesmos...

 
 
Matão, Marques, Girão Filipe e Ramalho
 
 
 
 

Girão, Brazão, Filipe Silva e Ramalho
 
 
Marques, Girão, Brazão e Ramalho
 
 
 
 
 
 

Em primeiro plano o Brazão

 
De Norte a Sul a operação colocou-se em marcha, as tropas movimentaram-se e o dia amanheceu promissor. Começavam os contactos e as operações de logística relacionadas com as recolhas e largadas. No “nosso grupo” tinha ficado combinado o encontro com o Girão em Entre-Campos, onde o Luís Marques se iria encontrar connosco depois de apanhar o Matão.
Ao que sabíamos, por motivos diversos, iriamos ter algumas baixas de peso, camaradas que nestes convívios sempre fizeram questão de estarem presentes e que desta vez não seria possível. Aliás tendência já verificada nos convívios das restantes companhias.
 
Mas lá seguimos para o ponto de encontro que mais uma vez se localizaria em Abrantes após duas "Operações" noutras ZA; Marinha Grande e Figueira da Foz.
 
OS PRIMEIROS TIROS
 (para aumentar clica nas fotos)
 
Tino, Ramalho e Vítor Fernandes
Os mesmos...
 

 
 
 
 
 
 
 
Ramalho e Martins Correia
 
 
 
 
 
 
Girão, "?" e Avelino

Fernandes, João Salgado (de costas) Gentil e Teixeira


 
 
 
 
 
 
 
 
 
O local escolhido foi agradável, arejado e excelente para quem tivesse consigo crianças e recomendado a quem queira dar um passeio por aquelas paragens e almoçar no local.

À chegada tínhamos já o anfitrião à espera, o infatigável Manuel Brazão, e aos poucos foram chegando os voluntários para mais esta Operação de Convívio em que seriam celebrados os vivos, revividas as várias vivências em terras de Além-Mar e recordados e homenageados aqueles que já partiram e que algures estarão preparando a derradeira "Base Táctica" onde um dia, pela lei da vida, todos se reencontrarão de novo.
À voz de ataque lá se lançaram as tropas ao convívio, onde entre duas garfadas, se encontrava espaço para um brinde sendo a alegria vivida nas várias mesas prova do espirito e dos códigos que ainda hoje se mantêm, e que são muito seus, com a clara indicação que se manterão ainda por muitos e bons anos.
 
OS "FINALMENTE"


Gomes, o neto e "?"

António Pires (convidado), Zé Francês, Facas, Moita e Luís Marques

Constantino e Girão

Joaquim Leal, Abílio Nogueira, Moita, "?" e Vítor Fernandes

O Moita em palestra, tentando aliciar os "tropas" presentes para a "revolução"


Vítor Fernandes, Faca e Ramalho

Facas, Ramalho, Zé Francês e Joaquim Leal

Vítor Fernandes e António Facas



Moita e Luís Marques


Filipe Silva, Fernando Moreira, Vítor Fernandes e Artur Girão

Os mesmos, mais o João Salgado (já a despedir-se) e o Abílio Nogueira
 
Acabou assim o 2013 e vamos lá a lançar as Operações de 2014, aproveitando para pedir desculpa a todos por este ano não ter conseguido corresponder ao que se esperava e ter deixado atrasar esta reportagem.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

XIV CONVÍVIO ANUAL DA C.C.S. DO BATALHÃO DE CAÇADORES 4611/1972 (2ª PARTE)

Por Luís Marques
A habitual foto de grupo com os ex-militares presentes no convívio (faltam aqui alguns que andavam desenfiados)

Neste dia 16 de Novembro o sol brilhava. Sentia-se uma temperatura relativamente agradável para a época do ano.
O pessoal começou a chegar cedo ao local determinado para o acantonamento das “tropas”, à saída de Setúbal, na estrada que segue para Montemor-o-Velho.
À hora marcada, 11:30, já o local estava bem composto de ex-camaradas e seus acompanhantes e os restantes não demoraram muito a chegar.
Era a altura dos abraços, dos cumprimentos e das saudações da praxe. Gente que por qualquer motivo não havia comparecido aos últimos encontros da C.C.S. desta vez marcou presença. O António Alves, ex-1º cabo rádio montador, por exemplo. Foi a primeira vez que o reencontrei deste Novembro de 1974, embora me tenham informado que ele já tinha vindo a outros convívios, lá mais para trás, só que dessas vezes faltei eu…


Ao fundo o Francisco e o Sousa. Mais perto o Quim Raposo e Luis Marques (os restantes não dá para identificar)


O António Pica (quase a fugir da foto) e o Agostinho, Elementos do Pelotão de Apoio Directo (P.A.D.)

Monteiro, Jaime Ferreira (de costas), Francês e Magalhães
"Del Xixa", mais a sua bicicleta, Agostinho, João Cunha, Fernando Santos, Dário, Brito, Roriz, Francês, Oliveira e Amaro

 
Lá estava também o Manuel Lebre Correia, o “del Xira”, como é mais conhecido, desta vez apoiado numa“motorizada” (umas canadianas para o auxiliar a andar).

Também marcaram presença o António Moita e o Girão da 3ª Companhia, o Fernado (Setúbal) da 2ª Companhia e o Fernando Moreira, adotado pela 3ª Companhia e, porque não dizê-lo, pelas restantes Companhias do Batalhão.
Conversa aqui, conversa ali, rapidamente chegou a hora de “abalarmos” para o restaurante “Pedra & Fondue”, ali bem perto. Aqui chegados, lá estavam à nossa espera o Beijinha (ex-1º sargento mecânico), acompanhado do António Moita, ex-furriel da 3ªCompanhia, a quem ficamos a dever a presença do Beijinha, uma vez que este tem dificuldades de locomoção. Grande companheiro e amigo tem sido o António Moita, a quem envio um abraço


Carlos Rocha (de costas), Novo, Zé António (convidado), Moita e Girão (3ª Companhia) e Brito

Quim Raposo
Chegou então a hora do “tira gosto” e dos aperitivos para animar a conversa e a anteceder a farta refeição que a seguir nos foi servida. É de elogiar a simpatia do dono da casa e da sua família, que foram incansáveis na vontade de que tudo estivesse em condições e nada faltasse.
Sem darmos por isso, chegou a hora das cantorias. E aqui marcaram pontos o Fernando, condutor da 2ª Companhia, por alcunha “o Setúbal”, que muito nos honrou com a sua presença e boa disposição e o João Cunha. O primeiro um óptimo cantor de música ligeira, o segundo um bom fadista (tal como já o conhecíamos dos tempos de Angola), embora, conforme confessou, a sua voz não estivesse nas devidas condições, por causa da “fruta da época”, as constipações e inflamações de garganta.
 
Depois, a celebração do XIV encontro anual com o bolo comemorativo, o tradicional espumante, e os parabéns à Companhia e ao 4611/72, cantados por todos, mais ou menos afinadinho...
Aos poucos, chegou a hora dos abraços e beijinhos de despedida. A malta foi desmobilizando. Em primeiro lugar os que moram mais longe, norte do país e região do Alentejo e Algarve, depois os que vivem mais perto, na região de Lisboa.

Para trás ficou um belo convívio, como sempre vivido com alegria e boa disposição.
João Cunha, Percheiro, e Fernando Santos (tudo a tinto)
 
Jaime Ferreira, Zé Francês e António Moita (3ª Companhia)

Girão (3ª Companhia), Novo e Luís Marques e Beijinha
 
Em primeiro plano o Monteiro, à direita, Marques, Girão e Fernando Moreira

Marques. Na segunda fila, da esquerda para a direita, Montweiro, Jaime Ferreira, Francês e Moita (pela atitude defensiva do Francês, o "bombardeamento" de caroços e bocados de pão já devia ter começado)

Dá até ideia que aqui a luz estava apagada. Mas ainda se nota o Marques o Monteiro, o Ferreira e o Francês

João Novo

João Novo e o Beijinha (o decano dos ex-militares presentes)

 





 
Outros aspectos do convivio
(já todos identificados)

António (veterano convidado) e Alves


Aqui o Francês estava a querer enganar o fotógrafo, exibindo uma garrafa de água... ele que sempre esteve de volta do tinto...

A boa disposição sempre presente
 
 
Magalhães e Fernando (Setúbal), da 2ª Companhia, cuja alegria, boa disposição e bela voz a todos encantou. Mais ao fundo o Lebre Correia e o "Avintes"





Já estamos a pensar no próximo convívio, desta vez na região norte, talvez na zona de Grijó, ou Santa Maria da Feira e será organizado pela filha do nosso saudoso camarada e amigo Carlos Vítor, que bem cedo nos deixou. Ele que sempre fez questão em participar nestes convívios anuais. Será uma forma da família homenagear a sua memória.
Por último algumas merecidas palavras de louvor para os companheiros que assumiram o encargo de organizar este XIV convívio da CCS, o Carloto e o Mariano e em especial ao Carlos Rocha que está sempre por detrás dos organizadores dos convívios, quaisquer que sejam, cuidando de toda a logística necessária desde o envio das convocatórias até ao constante e persistente contacto com os camaradas mais esquecidos. A sua boa vontade bem merecia que alguns de nós tivéssemos para com ele, e para com os restantes organizadores, uma simples palavra do género: obrigado pelo convite, mas eu não vou. Não contem comigo…

BATALHÃO DE CAÇADORES 4611/72

BATALHÃO DE CAÇADORES 4611/72
conduta brava e em tudo distinta