A nossa “tropa” fez-se novamente à “picada” para realizar outra operação de “alto risco”.
Desta vez de novo em Abrantes, onde o “inimigo” continuou a flagelar as populações locais, mesmo depois de uma brilhante vitória nas “nossas tropas” em Novembro do ano passado que quase o desbaratou por completo.
Não obstante a pesada derrota infligida, o adversário conseguiu reagrupar-se e a concentrar-se de novo na região o que levou os bravos do 4611 a planear um outro golpe de mão, com a finalidade de terminar com as suas incursões na zona.
Para conseguir esse desiderato, alguns “voluntários” reuniram-se num letal “grupo de combate”, bem apoiado por valentes milicianas, que já são bem experimentadas nestas lides guerreiras.
Permitam-me uma saudação especial ao decano destas lides guerreiras, o ex-primeiro sargento António Corga, que muito contribuiu para elevar a moral dos guerreiros presentes.
Mas um novo golpe de mão está já marcado para esta semana, na próxima 5ª feira dia 17, desta vez no Kimbo do Deodato Pinto, em Carnaxide. A essa operação de alto risco, deu-se o nome de código “Operação Rodízio”.
Estão todos convidados. É em Carnaxide... bem próximo de Lisboa.
Eis a seguir o registo fotográfico da operação "tasquinhas de Abrantes", um retubante êxito militar das "nossas tropas":
O "bravos do pelotão" (Manuel Brazão, António Corga, Luis Marques, Deodato Pinto, Eduardo Veiga, Filipe Silva, Artur Girão e António Elias. Não estão na foto o Martins Correia, que chegou momentos depois e o Cabral, que apenas se juntou a nós após o almoço)
As valentes milicianas que apoiaram os "bravos do pelotão" e que constituiram uma reserva para "algo" que corresse mal...
O Ex-1º sargento António Corga, da C.C.S.. O decano dos "combatentes" presentes. A velhice é um posto e o amigo Gorga é actualmente o comante supremo do 4611


O local da "batalha" (será que Leonardo da Vinci se inspirou nesta foto quando pintou " a última ceia", ou foi o contrário?)

























































