

das palmeiras com dendém
Fórum dos antigos militares do Batalhão de Caçadores 4611/72 (Angola, Novembro de 1972 a Novembro de 1974)


A 3ª Companhia do BCC 4611/1972, (O Lucola tem mais encanto na hora da despedida) -
(clica na imagem para aumentar)
Do António Elias recebemos este desafio que colocamos a todos vós: A ideia é que cada um de nós faça corresponder um nome aos camaradas referenciados com um número.
O Elias tentou não tapar as caras, mas nem sempre é fácil consegui-lo perante a densidade humana.
Bem sabemos que a dimensão da foto e anos já passados e que empalideceram as suas cores não facilitam a tarefa, mas temos de tentar. Aqueles que ainda guardam consigo esta foto de despedida do Lucola e das terras de Angola, poderão verificar no respectivo original.
Quando tudo estiver finalizado, ficaremos com um documento que nos recordará os nomes de todos, quando a memória se encontrar mais fraquita...
As respostas poderão ser dadas através de comentário a este "post", ou então para o nosso e-mail: forum4611@blogspot.com .
Não deixem de participar.


O António Elias e o Fernando Moreira, algures na tarde de ontem


O João Salgado e Fernando Moreira, no Estoril (afinal o "puto" cresceu e hoje já é um Homem)
"Manhã de Domingo do dia 19.04.2009, 34 anos depois a "peluda" e a "maçaricada" por fim juntas.
Aconteceu o primeiro encontro, como se vê pelo nosso aspecto estávamos de identificação fácil...o Salgado com 23 anos e eu com os meus 12, um espectáculo!!!
Apesar do João Salgado estar um pouco condicionado em tempo devido a compromissos profissionais ainda tivemos tempo para uns dedos de conversa em que o Moita também entrou via telefone, desde o seu kimbo.
Decerto iremos manter e consolidar este convívio pois estamos a viver relativamente perto um do outro.
A minha mãe também vos manda um beijo, este reencontro está a mexer-lhe também com a memória do meu pai."
2º Grupo de Combate da 3ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4611/1972 - Última fase do nosso "crescimento" como homens no Lucola - Cabinda
(clicar no título da mensagem para aumentar a foto)

3ª CCAÇ, com os olhos postos no “M'putu” mas que agora tem saudades dessa bela malta e locais
Esta é a foto de despedida da 3ª Companhia das terras de Cabinda. Provavelmente não estarão todos, talvez por haver malta "desenfiada" ou a "lamber as feridas" da farra da noite anterior.
Com o agravar da crise, e por conseguinte, o aumento assustador do desemprego, é tempo do consumidor português mudar mentalidades e ajudar a atenuar o desemprego.
Uma vez que por parte dos políticos, está mais que provado, não termos qualquer hipótese de tornar o nosso país mais rico e competitivo, deveremos ser nós, gente anónima, a contribuir para esse fim.
O consumidor português deve reflectir sobre o dever de preferir comprar produtos portugueses, em deferimento do produto estrangeiro, pois caso contrário coloca em cheque não só os índices de emprego, como também a tão falada produtividade portuguesa, que nunca será nivelada com a Europa dos 15, enquanto nós comprarmos marcas estrangeiras.
É fundamental apoiar a produção nacional. Só devemos adquirir produtos estrangeiros, quando não os produzirmos no nosso país e essa será a nossa quota parte no combate ao desemprego e no aumento da produção nacional.
Nos produtos agrícolas, devemos sempre olhar á sua origem, cuja afixação é obrigatória. Em todos os outros produtos, verifique se o código de barras começa por 560, pois é a garantia do produto ser português. Se tiver Internet, pesquise “Movimento 560” e junte-se a nós.
Se um primeiro ministro de um país e Europeu, afirma que os empregos ingleses são para ingleses, porque não poderemos nós incentivar os portugueses a consumirem Portugal?
Se gradual e rapidamente mudarmos a nossa atitude e deixarmos nas prateleiras todo o produto que é estrangeiro, estamos a obrigar a que os proprietários de lojas, supermercados e grandes superfícies a darem prioridade aos produtos Portugueses.
Gostaria também de lançar um repto à imprensa local e nacional para que se junte a este movimento e contribua assim para um PORTUGAL melhor e mais solidário, não só nesta conjuntura actual de crise, mas também para num futuro estarmos menos dependentes do exterior.
(clica no título da mensagem para aumentar)

"Que maravilha, o café ainda em “cereja”, parece que ainda se sente o odor.
A foto é tirada na Roça e a casa lá ao fundo é a aquela onde estavam os oficiais,.
Mais tarde, na varanda foi-lhe colocada uma trincheira de sacos de areia vinda da praia do Malembo, das poucas em Cabinda que era branca e foi-lhe colocada uma HK.
Aí ficava também a baía de acesso á zona de habitação e ao acampamento, ou seja a improvisada “porta de armas”.
Vocês sabem que quando o café estava nesta fase, ainda no cafeeiro, já com esta cor de cereja a baga era doce. Muitas vezes a comi e era também nesta altura que hordas de macaquitos, daqueles que muitos militares adoptavam como mascotes, causavam prejuízos avultados no café. Eram macacos mas de burros não tinham nada. E gostar de coisas doces….
Para o Moita: Ainda tu não provaste, ou talvez o tenhas feito no Bar Moreira, um lote que o meu pai fazia em que misturava o café da Roça com uns lotes que eram adquiridos no Sul e que na altura de ir para a “Cimbali” era colocado em cima do café moído uma pequena porção de folha de Chá do Gabão. Parece muita mistura mas o paladar era divinal.
Se bem me lembro o café da Roça era da variedade “Robusta”, espero não estar a dizer nenhum disparate."
Dois ou três dias depois, o António Moita remeteu-nos mais esta foto, representativa da apanha dos grão de café.

NOME / POSTO
ACÁCIO RODRIGUES FERREIRA / AUTO
ADÃO RIBEIRO / 1º CABO
AGOSTINHO VIEIRA SOUSA
ALBERTINO COSTA MOREIRA / ATIRADOR
ALBERTO CONCEIÇÃO REIS LOPES / ATIRADOR
ALEXANDRE ANTÓNIO DE OLIVEIRA / COZINHEIRO
ALFREDO GONÇALVES PEREIRA / ATIRADOR
ANTERO MONTEIRO REIS / RÁDIO TELEGRAFISTA
ANTÓNIO AUGUSTO DOS SANTOS / 1º CABO
ANTÓNIO AUGUSTO TAVARES / ATIRADOR
ANTÓNIO JESUS CAMPOS / 1º SARGENTO
ANTÓNIO JOSÉ MATOS GONÇALVES / AUTO
ANTÓNIO MARTINS FERREIRA / AUTO
ANTÓNIO NUNES SILVA LOPES
ANTÓNIO RAFAEL SANTOS
ARLINDO BRANDAO ALVES
ARMANDO VALDEMAR FERNANDES / 1º CABO
BELMIRO MARTINS FERREIRA AUTO
CANDIDO ALBERTO DUARTE FÉLIX AUTO
DIAMANTINO AUGUSTO VILA / ATIRADOR
DOMIMGOS DA SILVA FERNANDES / ATIRADOR
EDUARDO PINTO / ATIRADOR
FERNANDO LUÍS CARVALHO / 1º CABO
FRANCISCO MANUEL ALVES / AUTO
FRANCISCO NOGUEIRA / CORNETEIRO
FRANCISCO FAUSTINO PIRES ATIRADOR
JAIME AMADO CANÁRIO PASSARINHO / 1º CABO
JOÃO ALMEIDA SILVA
JOÃO FERREIRA VIEIRA
JOÃO MANUEL LOPES MONTEIRO (FAVAIOS) / ATIRADOR
JOÃO PEREIRA VIEIRA / CORNETEIRO
JOAQUIM DIAS ESTEVES / ATIRADOR
JOAQUIM FERNANDES DOS SANTOS / 1º CABO
JOAQUIM GOMES CORREIA DE MELO / AUTO
JOAQUIM RODRIGO
JORGE FERNANDO RIBEIRO GONÇALVES / 1º CABO
JOSÉ ALMEIDA PAIVA / AUTO
JOSÉ ANTÓNIO DA SILVA / ATIRADOR
JOSÉ ANTÓNIO LOPES DIAS
JOSÉ ANTONIO MATOS GONÇALVES / 1º CABO
JOSÉ FERREIA DA SILVA SANTOS / RÁDIO TELEGRAFISTA
JOSÉ FRANCISCO OLIVEIRA COSTA / 1º CABO
JOSÉ GUILHERME PEREIRA MAIA / ATIRADOR
JOSÉ JESUS PINTO / ATIRADOR
JOSÉ MANUEL NEIVA / ATIRADOR
JOSÉ MEIRELES NUNES
JOSÉ OLIVEIRA SANTOS / AUTO
LUÍS MARTINS PERDIGÃO
LUÍS OLIVEIRA CUNHA / ATIRADOR
MANUEL ANTUNES DIAS / ATIRADOR
MANUEL LOPES VIEIRA / ATIRADOR
MANUEL VICENTE RODRIGUES / 08
MAPRIL DOS SANTOS RAMOS / MORTEIRO
PAULO FERNANDES / RÁDIO TELEGRAFISTA
ROGÉRIO COSTA LOPES / 1º CABO
SÉRGIO LOPES MEIRELES / ATIRADOR
VICTOR MANUEL SANTOS CARDOSO RODRIGUES / ATIRADOR
Agradece-se o contacto para o e-mail do fórum forum4611@gmail.com
ou para o António Elias
A casa da Roça Lucola, com a família Moreira
Para este trabalho sobre a permanência da 3ª Companhia, em Cabinda, no Lucola (Abril a Novembro de 1974), na Roça Lucola, contámos com a preciosa colaboração do Fernando Moreira (ver mensagem colocada em 11 de Abril de 2009).
Pelotão da 3ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4611/72
Foi na realidade um desfecho feliz para o apelo que nos foi colocado pelo Fernando Moreira, pois dois dias depois de ter sido colocada a mensagem, estava estabelecido o contacto por ele desejado.
O pai do Fernando Moreira, o "Mindele Moreira"
Filho de um dos proprietários da Roça Lucola, manteve uma união com os militares da 3ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4611/1972 que em tudo ultrapassou uma mera ligação ocasional.Na verdade, ele conservou após 36 anos de separação uma memória bem presente de quase todos os nossos antigos camaradas da 3ª Companhia e de diversos acontecimentos pitorescos, quiçá, superando a lembrança dos próprios militares envolvidos.Tinha ele, na altura em 1974, 12 anos de idade.
A casa da Roça
Formatura da 3ª Companhia do Batalhão 4611/1972 na Roça Lucola
O Fernando Moreira brincando com o "Tarzan" e o gatito
Em 13 de Abril, o Fernando Moreira confidenciava-nos:
“Não calculam a minha felicidade por finalmente ter conseguido chegar ao vosso contacto.
Sem sombra de dúvida que a Internet ajudou a que o mundo ficasse mais pequeno e que as pessoas que se encontravam dispersas se voltassem a aproximar.
Tenho algumas fotos de elementos da companhia, em que identifico o Silva (drácula) a cujo casamento ainda cheguei a ir e que há bem pouco tempo ainda falei com ele pois ele chegou a falar com a minha mãe, infelizmente ela extraviou-me o contacto.
Ainda cheguei a ir à Lourinhã e Peniche à procura do Pinto que salvo erro tinha a especialidade de cozinheiro mas a morada que eu tenho não batia com nada… Fonte da Nora, devo ter corrido todas as Fontes da Nora existentes nas cercanias e nada…
Há ainda um Furriel que trabalhava, à altura, num despachante em Lisboa e que ainda nos ajudou quando foi de desembarcar os poucos caixotes que os meus pais conseguiram trazer com as nossas coisas.
Os militares da 3ª. Companhia decerto se recordarão de mim e do meu irmão, das caçadas aos pássaros com a pressão de ar, a minha mãe depois estufava os passaritos e lá ia eu com o tacho para a tenda do Pinto comer-mos o petisco com os meus amigos.
Houve também um deles que fez anos e a quem a minha mãe fez um bolo de aniversário que lá transportei com todo o cuidado para a tenda do respectivo para a cerimónia do cantar dos parabéns.
Havia também um Furriel ou Alferes que tinha a paixão da Fotografia e que passava a vida a fotografar e que depois era o próprio a revelar as fotos, ainda lá tenho algumas que ele me tirou com o meu perdigueiro de nome Tarzan, o companheiro das caçadas, e com um gatito preto que foi adoptado pelos Furriéis e que vivia nas instalações destes.
Para além das muitas recordações, do galhardete e do crachá (que sempre guardei comigo), tenho ainda uma chumbada na cabeça que um dos militares, salvo erro da especialidade de enfermeiro me deu numa sessão de tiro ao alvo.
Também com 12 anos aprendi a tirar as cavilhas a uma G-3 e a desmontá-la e montá-la, bem como à Walter, com um dos armeiros da unidade e vocês podem não acreditar mas ainda lá tenho o plástico de uma granada, à qual foi retirada o explosivo, e na qual foi montada uma cabeça já com a espoleta detonada que veio do vosso paiol.
Há dias estive a explicar ao meu filho de onde a mesma tinha vindo e a falar-lhe dos bons momentos que passei no vosso convívio.
Pouco tempo depois de vocês terem partido para Luanda, eu tinha ido com os meus pais ao cais despedir-me de vocês, começaram os primeiros confrontos entre os movimentos e o meu pai acabou por me mandar e ao meu irmão para casa de uma tia minha em Luanda.
O primeiro pedido que lhe fiz ainda no aeroporto foi que me levasse ao vosso aquartelamento que ficava numa das saídas de Luanda para vos ver, mas a situação já estava algo complicada e não foi possível…”
Querem um relato mais preciso e humano da vivência bem próxima de um rapaz de 12 anos com os seus heróis da época.
E no mesmo dia 13 de Abril, o Fernando Moreira remeteu-nos as fotos que aqui publicamos, acompanhadas de uma outra mensagem, igualmente sugestiva:
“Aqui seguem umas fotos desse tempo.
Encontram algumas minhas, sempre com o “quico” enfiado na cabeça e com uma vantagem: ainda era virgem, pois ninguém separou as abas traseiras do quico, rasgando-o como era prática; noutras estou acompanhado do inseparável Tarzan, que só lhe faltava falar, e algumas já dentro do perímetro do aquartelamento.
Nessa do grupo distingo o Silva (Drácula) e alguns outros dos quais não me recordo o nome.
Envio também uma do meu pai figura que saudosamente admiro e o qual eu afirmo ter sido o branco mais preto que conheci. Afirmava que a nossa terra não é aquela onde nascemos mas sim aquela que escolhemos para viver.
Não quis o destino que se perpetuasse essa escolha, mas ainda um dia irei espalhar as suas cinzas por baixo de um embondeiro com vista para a Baía de Cabinda, nesse dia… uma nova brisa correrá no Vuku!!
(Vuku – Quer dizer sítio ventoso, sítio de vento, que era como os Cabindas designavam o sítio onde a 3ª.C.C. do 4611 esteve aquartelada e onde nós vivíamos.)”
O Fernando e o seu inseparável amigo "Tarzan", que também foi adoptado como mascote pelos militares da 3ª Companhia
Fernando, o gatito e o "Tarzan"
Aspecto do bivaque da 3ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4611/72
Rio Lucola, em Cabinda
Trata-se de uma mensagem de Fernando Moreira, hoje com 46 anos de idade, e que é filho de um dos proprietários da "Roça Lucola", situada perto rio do mesmo nome e junto à qual se aquartelou a nossa 3ª Companhia, em Abril de 1974.

A cidade de Cabinda vista do céu
Podia estar aqui tecendo vários comentários à mensagem e ao seu significado, mas entendo que é totalmente inútil , pois ela vale por si só.
A mensagem é a seguinte:
Outra imagem do Rio Lucola, em Cabinda
A mensagem é esta:
"Bom dia.
Agradece o ex-militar Manuel dos Santos, que pertenceu à 2ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4611, alguma informação referente ao próximo convívio anual, e contacto da organização.
Cumprimentos. "
Qualquer informação pode ser dada por intermédio do nosso endereço de correio electrónico
O casal Fátima e Fernando Pinho
A nossa passagem por Angola nos anos de 1972 a 1974 firmou na grande maioria de nós uma amizade que com o passar dos anos se foi consolidando e se estendeu à família de cada um, fruto, entre outros factores, dos convívios que, pelo menos uma vez por ano, nos levam a percorrer o país de Norte a Sul, com o forte deseja de rever e abraçar amigos que nos connosco estiveram por terras de Angola, bem como as respectivas famílias.
Podemos assim dizer que as nossas famílias são uma porção bem importante desses encontros, sendo para nós complicado explicar qual a fronteira entre nós próprios e a família de cada um (no âmbito da envolvência de tudo o que diz respeito aos referidos encontros, claro está).
Dir-se-á que essa fronteira não existe na prática, já que se firmou uma união forte e indestrutível, e que uma coisa (nós) não faz sentido sem a outra (a família de cada um, que é, no fundo a família de nós todos).
Logo após o nosso regresso de África, mais propriamente em Abril de 1975, um de nós, aproveitando uma oportunidade na vida, abalou de Portugal em direcção ao Brasil onde constituiu a sua família (outros o fizeram igualmente, para os destinos mais variados. A uns foi localizado o paradeiro. A outros perderam-se definitivamente os sinais)
Estou a falar, concretamente, do Fernando Pinho, o nosso furriel de intendência (Vago Mestre).
O Fernando Pinho foi “encontrado” por nós em Outubro de 2006, em terras de Vera Cruz, no final de insistentes buscas
Em Maio de 2007 esteve em Portugal num encontro de ex-furriéis que teve lugar em Figueira de Castelo Rodrigo, organizado pelo Joaquim Raposo. As imagens desse convívio já constam deste blogue, colocadas em Abril de 2008.
Apesar de longe, o contacto com o Fernando tem sido diário (através do chamado correio electrónico) e podemos assegurar que as notícias que dele recebemos são praticamente “em cima da hora”. Também ele é mantido ao corrente de todos os acontecimentos que nos dizem respeito. Do Fernando, já conhecíamos a sua admirável esposa, Fátima, que connosco esteve em Figueira de Castelo Rodrigo, em 2007.
Não conhecíamos os seus dois filhos, apesar do Fernando Pinho nos ter dado a conhecer, através das suas descrições, as principais característica deles. Só faltava mesmo conhecer a fisionomia de cada um deles, ou seja, conhecê-los “ao vivo e a cores”.
O Fernando fez-nos a vontade. Remeteu-nos agora fotos dos seus “filhotes”.
Como a família do Fernando Pinho é a nossa família, aqui ficam as fotos que nos enviou, para que todos possamos conhecer essa gente maravilhosa. A parte separada de nós que aos poucos estamos a tentar agrupar, para que no final possamos afirmar com alegria: Estou feliz. Tenho uma família imensa à minha volta.
O Daniel e a Patrícia os fihotes da Fátima e do Fernando Pinho.
Ela é formada em Biologia e dá aulas no Rio de Janeiro; Ele estuda Engenharia. Os traços da família são bem vísiveis em qualquer deles (ele parecido com o pai e ela com a mãe)
A Fátima e o Daniel

O Fernando Pinho e a Fátima

D. Augusta (a avó, mãe da Fátima) e a Patrícia. Não são uma gracinha?
O Daniel, na mesa da consoada no Natal de 2008.
Como vêem, lá no Rio de Janeiro, não falta no Natal o bem português bacalhau com batatas

"There is no dark side of the moon really. Matter of fact it's all dark."
Tired of lying in the sunshine staying home to watch the rain.
You are young and life is long and there is time to kill today.
And then one day you find ten years have got behind you.
No one told you when to run, you missed the starting gun.

A primeira apresentação "ao vivo" do álbum, em 1973 - Earls Court, Londres, em 18 de Maio de 1973

"I'll See You On The Dark Side Of The Moon"






