quinta-feira, 1 de maio de 2008

Recordações de Angola - 2

(Por Luis Marques)
A contribuição de todos é indispensável para que este blogue atinja os fins para que foi criado. Todos vocês podem contribuir, remetendo-nos as vossas fotografias, partilhando-as connosco.
Como exemplo disto, aqui se exibem algumas fotografias que nos foram enviadas pelo Fernando Pinho, que, como sabem, há 33 anos reside no Brasil. Devem seguir o exemplo dele.




FOTOS DE M'PUPA

(NAS TERRAS DO FIM DO MUNDO)







Foi aqui que tudo começou, em Novembro de 1972. Nesta fotografia se vê o edifício do comando do Batalhão e ao fundo a enfermaria, "reino" do José Manuel Francês.







Quem não reconhece estes corajosos nadadores das perigosas águas do rio Cuito? Da esquerda para a direita, temos o António Sousa, o João Novo (o que fez à pança?), o Leite (mecânico), o Vasconcelos, o Oliveira, o Francês,o Santos (certamente a ler algum almanaque do Tio Patinhas), o "Soba" Fernando Pinho (talvez a pensar se naquelas águas não haverá peixe que possa incluir no rancho geral) e o Agostinho (que desta vez não se afastou de nós...).





Os mesmos da foto anterior (menos o Agostinho, que rapidamente se cansou de nós). Não deixa de se estranhar a posição de alguns, muito pouco de acordo com a tradição castrense...




O rio Cuito, e os rápidos de M'pupa









Habitantes do Kimbo de M'pupa








Esta é uma imagem, recentemente obida, de um pôr do sol no Cuando Cubango.


Uma queimada no Cuando Cubango. Quem de nós não assistiu "ao vivo" a este espectáculo que só o Cuando Cubango nos proporciona?

1 comentário:

José M Francês disse...

Recordações do Cuando Cubango, estão directamente ligadas a todas as passagens vividas nos diversos episódios de caça.
Inesqueciveis todos os detalhes que ao longo das noites se passaram
Com saudade relembro as "chanas" repletas de animais que estamos habituados a ver na TV.
Saudade dos comentários brincalhões
dos Camaradas...
Saudade!!

BATALHÃO DE CAÇADORES 4611/72

BATALHÃO DE CAÇADORES 4611/72
conduta brava e em tudo distinta